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domingo, 28 de junho de 2009

terráqueos

Não sou vegetariano, mas depois de ver esse vídeo, penso que, ao comer carne, deveria ter pelo menos a preocupação de saber a origem dos alimentos que chegam à nossa mesa - algo difícil de descobrir hoje em  dia, ao comprar carne num supermercado, por exemplo. 

Creio que precisamos voltar - ou avançar - a uma fase da nossa cultura/civilização em que conhecíamos toda a cadeia de produtores, fornecedores e intermediários do que comemos e consumimos.  Perdemos esse link, e com ele perdemos nossa humanidade. 

Este vídeo contém cenas reais de crueldade com animais, mas precisa ser visto, para termos pelo menos consciência de nossos atos, cada vez que ingerimos carne animal. 




Se não abrir no google vídeo, que demora para carregar, também pode ser visto no youtube, em nove partes - eis o link para a primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=VADrTscciHA



quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Pale Blue Dot

Recebi este vídeo da Luiza e compartilho aqui. Ele relativiza a nossa importância diante do universo. Hoje, os cosmólogos voltaram a ter prestígio na ciência, já que novos instrumentos permitem ver o Universo como nunca antes pudemos vê-lo. Uma das conclusões tende a recuperar nossa posição central no cosmos, pelo simples fato de que só podemos ver o mundo da perspectiva desde planetinha minúsculo, numa estrela lateral, numa das bilhões de galáxias que existem. Só que, olhando daqui da Terra, para qualquer lado, estaremos sempre no centro. Afinal, onde é o centro do cosmos? 
 

sexta-feira, 4 de julho de 2008

canção da Terra



No final deste vídeo, há uma imagem do planeta Terra e junto dela uma mensagem do Carl Sagan, que diz mais ou menos assim:

"Nosso planeta é um pequeno ponto envolvido numa grande escuridão cósmica.
Na nossa obscuridade... em toda essa amplidão... não há nenhuma indicação de que virá de algum lugar a ajuda para salvar-nos de nós mesmos...
não há talvez melhor demonstração da loucura dos conceitos humanos do que essa distante imagem do nosso pequeno mundo.
Para mim, ela revela nossa responsabilidade para agirmos com mais carinho e compaixão uns com os outros e para preservarmos e apreciarmos aquele pálido ponto azul, o único lar que nós jamais conheceremos."